Ideologia do Gênero foi criado em 1995, em Pequim por sociólogos reunidos em uma
conferência da ONU. Apesar de ser uma invenção, essa ideologia concretizou-se
na cultura global de uma forma, que “afeta” a compreensão de família, no ensino
e na própria comunicação social.
Segundo esta “Ideologia”, os papeis entre homens e
mulheres, dentro do contexto do matrimonio e da família, devem ser substituídos por relações sexuais física e
psicologicamente versáteis e que não obedecem a uma ordem da natureza e
dignidade que lhes é própria. Segundo a teoria dos dois sexos - (masculino e
feminino) – são analisados por construções sociais e culturais, que em modo,
existindo um sexo biológico e cada pessoa tem o direito de escolher seu sexo
‘social’.
Seus aderentes querem ensinar ás crianças,
socialmente falando, que elas não são homens ou mulheres, mas podem escolher
qualquer opção sexual que quiserem. Para os seus defensores, quando a criança nasce ela não deve ser
considerada do sexo masculino ou feminino, mas somente uma pessoa do gênero
humano, que depois fará a escolha do seu próprio sexo. No andamento, a ideologia do Gênero ao mesmo tempo ensina que a família, sempre é considerada pela humanidade como ambiente legitimo onde são repassadas as formas fundamentais de ser pessoa humana, passa a não ter um contorno estabelecido, pois a construção do gênero despreza as diferenças dos sexos tanto biológicas-e-psicológicas do caráter entre o homem e a mulher. Sendo assim, a criança e o adolescente perdem o status referencial éticos da construção da própria identidade e passam a construir-se e definir como lhe agrade.
Um dos pontos maiores da pessoa humana é a igualdade
entre ambos (mulher-homem). Porem, na ideologia de Gênero não se trata de
igualdade de direitos, mas da própria ação de qualquer diferença, inclusive a
biológica entre homem e mulher.
E lamentavelmente em alguns países, a maioria das pessoas
desconhecem o conceito –gênero-, a ideologia que está por detrás e as
consequências que podem produzir na educação das crianças e adolescentes; uso
dos banheiros, gravidez na adolescência, confusão na cabeça das crianças,
impedimento do ensino cristã nas escolas e a perda da autoridade paterna.
O Papa Francisco tem se levantado sobre este
assunto, informando que se esta filosofia for instaurada “vamos dar um passo
para trás na sociedade”, onde acontecerá muitas crises matrimoniais e muitas
frustações de crianças e jovens na sua sexualidade. Sendo que defende sua tese,
argumentando que Deus criou o homem e a mulher e colocou-os no topo da criação,
para governarem a terra, onde ressalta a importância do papel de cada um na sociedade, sendo que somos responsáveis pela educação das futuras gerações.
Texto: Jhonath Ribeiro
Texto: Jhonath Ribeiro
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VÍDEOS COMPLEMENTARES:


Texto calunioso e imoral.
ResponderExcluirApresenta o conceito com uma caixa de monstruosidades ou uma imposição.
Há teorias e estudos a fim de compreender ações e problemas já existentes. Os estudos sobre gênero não criam, mas buscam compreender eventos sociais.
É triste ver a Igreja se preocupar tanto com essa discussão e tão pouco com as obras de caridade. Caridade de verdade, que acolhe a todo o irmão/irmã necessitado/a. E mais, é decepcionante ver jovens compartilhando uma visão tão arcaica, favorecendo os embates políticos e a desunião social.